sexta-feira, 27 de julho de 2012

PASSOS PARA CONQUISTA


Que conquistemos tudo com muito humildade,
generosidade, honestidade, esforço transcendente, perseverança, persistência, 
auto-controle, paciência, disciplina, senso de oportunidade, intento, vontade
 e em constante relação com o universo das tiranias.
Pois é enfrentando que nos tornamos vencedores.


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Antes de Tudo...Aprendiz

Antes o guerreiro deve abandonar a ilusão de ser guerreiro
 e retomar conscientemente os passos de ser aprendiz.
 Destrinchar e Compreender.
 Saber qual o seu método de ser aprendiz.
 Daí, a sua filosofia.
 A sua práxis.


quinta-feira, 5 de julho de 2012

RUA DAS ARTES

Que façamos ser para sempre o nosso "Rua das Artes - Encontro de Circo", pois só depende de nós, de nos apropriarmos da ideia, da atitude, da fazermos sem esperar por ninguém, tampouco, por nada em troca. 
Fazer por fazermos por nós!!! 
Se cada um de nós fizermos por nós próprio estaremos fazendo o melhor: dando e sendo exemplo! 
Essa é a melhor forma de educar! 
Vamos juntos!!!!!!!!!!!




Em Guerra!!!


Sou guerreiro!

Estou no fronte e na frente da batalha!
Abrindo caminho contra o imperialismo capitalista, disseminando ideia e estratégias anarquistas, 
promovendo o levante.
Paz?
É o prazer de ter a liberdade de empunhar um ato em prol de uma guerra verdadeira.
Isso deixa meu espirito em paz, guerrear por causas, princípios, valores e propósitos nobres.
outra paz eu desconheço.




                                 
Ft - João Meirelles



domingo, 1 de julho de 2012

Sempre Aprendizes



Tempos que assumir os nossos lugares conscientemente de que esta atitude representa um fortalecimento, pois os lugares assumidos devem ser concernentes às competências individuais. Contudo, devemos ter cuidado com o nosso espírito a cada lugar assumido, conscientes de que somos eternos aprendizes e o princípio do aprendiz é a humildade. Como aprendizes elaboradores e fazedores do “certo”, devemos de modo pragmático fazê-lo coletivamente, estabelecendo os parâmetros em grupo, gerando entendimentos e códigos de linguagem juntos. Definindo princípios, valores, ética, estéticas e propósitos. Um conhecimento coletivo que permite, pelo seu princípio, que um seja o orientador do outro em suas competências e que cada um seja auto-orientado.
  
O lugar de ser aprendiz requer, como primeiro exercício do aprendiz, uma revisão e mudança da sua concepção de mundo e de si mesmo. O aprendiz esta a todo momento atento e observador do cotidiano do seu benfeitor, evitando a presunção de julgar o comportamento do benfeitor. Este por sua vez é aquele que está consciente do que deve cumprir mediante a prática contínua de se auto-orientar.

sábado, 23 de junho de 2012

O Fim da Família?


Sou da geração que viu o fim da constituição familiar.
Da época da liberalidade do rompimento dos laços formadores da base do que significa ser família.
Na infância que vivia a realidade de famílias nas quais as figuras paterna e materna perdem sua autoridades de primeiros educadores e orientadores frente aos sujeitos-filhos, postos no mundo. Estes por sua vez, crescem com a fala: “Você não manda na minha vida” ou, “não se meta na minha vida”.
Numa realidade como essa, na qual os pais deixam de ser a autoridade orientadora, e entenda-se autoridade como respeito mútuo entre indivíduos no qual uma das partes tem pela outro uma postura de aprendiz, torna-se conflituoso a interferência no viver um do outro, pois existe de modo tácito a ideia erronia de que se aprende a viver sozinho.
Cai por terra a importância do exemplo e de ser exemplo. É verdadeiramente a representação do poder viver individualmente a realidade violenta que nos cerca, sem permitir que ninguém perturbe esse impulso “natural” da vida.

Quero ver a família se restaurar, se reestruturar, rever os seus conceitos formadores, seus valores, seus princípios. Família enquanto tribo, bando. Na qual as figuras paternas e maternas são a representação do exemplo a seguir, são a conexão por suas experiências com o desconhecido, ainda inacessível. O que lhes confere o lugar de mestres, tutores, guias. Conscientes de que suas funções são por período curto, pois é necessário dar continuidade aos valores preservados.

A família enquanto instituição não governamental, enquanto empreendimento de sobrevivência, enquanto grupo de confidentes, de cúmplices. Instituição na qual a palavra do outro importa e faz diferença nas minhas decisões, pois o seu princípio é o “bem comum”.

Família como exercício de transformar-se a cada dia no melhor que se pode ser mediante as relações presentes, consciente da função de transformar, aceitar ser transformado.

Família como prática de guerreiros de insistem em se tornar melhores, uns para os outros e através uns dos outros. Sem desistir. Abrindo mão das palavras mesquinhas e medíocres que dizem: “se não der certo acaba”, ou “cada um sabe de si”.

Família que reconhece a obviedade presente no fato de “cada um sabe de si”, mas que também acredita na possibilidade do outro está enganado sobre si mesmo.

E nessa situação, como agir? Por parâmetros. Revendo os valores e princípios. Revendo os laços. Revendo os propósitos. Reconhecendo os inimigos. Identificando as fraquezas. Eliminando as vaidades. Aceitando aprender com o outro. Erradicando maus hábitos.

Ou vivemos a nos transformar para vivermos melhores, para sermos melhores, para sermos exemplos, ou matamos a esperança de reconstruir o nosso mundo. Pois se um novo mundo vier a surgir, certamente ele nascerá no ventre de alguma família. 

Temos que assumir, como sujeitos co-responsáveis uns pelos outros, a interferência nas vidas coletivas que compartilhamos. Porém, interferir como exercício. Porém, um exercício de guerra. De guerra pessoal, de cada um contra seus próprios males: vaidades e egos. De guerra contra os males à volta, dos mais próximos, dos irmãos, dos amigos.

Temos que sair detrás da cortina e assumir posições reais frente transformação do nosso mundo. Que seja o mundo de cada um.

A guerra é real. O inimigo é real. Tão quanto o seu poder que nos cega, que nos oferece um mundo maior, mais prazeroso, mais sensual e sedutor. Um mundo fácil onde pode ter tudo àquilo que desejo pelo medíocre mérito de satisfazer-me.

A individualização. A ascensão do capital. A valorização dos “pecados capitais”, tão reais e concretos e que pelo fato de levarem o nome de “pecados” soarem ironicamente ao ouvido dos céticos.

A desvalorização dos valores familiares.
A criação de mais e mais pastos. De mais e mais produtos em série. De mais e mais consumo. Da ignorância frente a realidade de que somos controlados através do que consumimos. Somos ignorantes e manipulados.

E nessa guerra, a melhor forma de enfrentá-la é com o poder devastador de hegemonias chamado humor.

É por isso que digo, a vocês mentalidades livres e intelectualizadas, que tudo o que está escrito acima, trata-se apenas de uma piada de palhaço.

E fica a Graça realizada.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Você quer ser exemplo de que?


Vivemos a filosofia. Toda a sociedade é filosófica. A sociedade é fundamentada nos princípios e parâmetros filosóficos. A filosofia está em todo processo legislatório, executivo e judiciário. Portanto, esta na ordem da nação. Dela deriva-se a ética, os valores e a estética.

A Filosofia também se trata de uma disciplina, uma práxis, isto é, uma atividade humana em sociedade e na natureza. E por se trata de uma atividade deve ser uma atitude consciência, ao contrário de julgar o simples ato de estar vivo mecanicamente em padrões alienantes, nos quais exclui que viver é um verbo de ação, por isso é um ato, e por ser ato só pode ser consciente, de outro modo, é apenas o contrário.

Sendo assim, o Filósofo, é aquele sujeito contextualizado da sua práxis e condições, no exercício disciplinar de elaborar, fazer e comunicar certo – escrita, prática e exposição.

O Filósofo declara-se filósofo da sua própria filosofia, fundamentada um arcabouço filosófico, em pesquisa – aproximação de informações -, e estudo – aprofundamento sistematizado e metodológico nas informações pesquisadas.

A sociedade, contudo, vive baseado nos fundamentos filosóficos, diferentemente de todos os cidadãos serem filósofos. Ser filósofo é antes de qualquer possibilidade, uma opção. Alguns escolhem ser médico, jogador de futebol, tem gente que escolhe até ser palhaço; e têm outros que escolhem além das possibilidades serem filósofos, compreendendo que é possível dividir-se em possibilidades, somando-as a um propósito.

Mas acredito que todo o texto acima pode ser resumido numa frase do Paulo Freire:
“O educador é aquele que faz certo.” (Pedagogia da Autonomia)

A sociedade só poderá ser reerguida pelo caminho do exemplo.

Você quer ser exemplo de que?